terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dez anos depois...

Engraçado! Há quanto tempo eu não me via nesta situação de chorar por alguém?
Amor? Não, não chegou nem perto de ser. Apenas mais uma desilusão de algo que estava começando a brotar.
Não queria expor isso aqui em meu blog, mas como eu só costumo sossegar depois de vir aqui e desabafar, perdoem-me os envolvidos.

Quando eu tinha 15 anos, costumava gostar dos carinhas daquele jeito de adolescente. Aqueeeela paixão que parecia eterna, que causava náuseas, borboletas no estômago e todos os outros sentimentos inclusos no pacote. Mas peraí, DEZ anos se passaram. DEZ! Leu bem? DEZ! Hoje, com 25, me vi envolvida em uma estúpida paixonite de adolescente. Nunca pensei que fosse eterna, mas me causava todos os outros sentimentos. E o pior, eu tentei evitar. Talvez tarde demais. Mas tentei.
Não deu, falhou. Sabe porque? Por que sou mulher. Daquelas mais tontas que tem. Aquelas que se apegam, que se entregam. Não me arrependo. Foi bom enquanto durou. Apesar dos inúmeros avisos: "Ele não vale nada", "Não se apega", "Vai curtindo", etc... eu acabei ignorada por uma ceninha que jamais imaginei ver, em tão pouco tempo.
O resto da história todos sabem. Me apeguei e me ferrei. Parece até rima, né?

Chega, não quero mais falar sobre isso. Só queria deixar aqui, registrado, o quanto eu sou burra em ainda acreditar nas pessoas. ACORDA pra vida, Amanda. ACORDA!

Pai, você continua sendo o único homem que vale a pena na minha vida. Obrigado!

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